ABC | Volume 114, Nº2, Fevereiro 2020

Atualização Atualização da Diretriz Brasileira de Cardiologia Nuclear – 2020 Arq Bras Cardiol. 2020; 114(2):325-429 Figura 50 – Protocolos de imagem com o emprego com tálio-201 ( 201 Tl) para a caracterização de viabilidade do miocárdio. Em A, representação da sequência clássica para definição de isquemia (Dia 1), com injeção da dose aproximada de 3 a 4 mCi no estresse, sem reinjeção posterior, adicionando-se nova aquisição de imagens após 24 horas (Dia 2); Em B, C e D, ressalta-se a necessidade de reinjeção de 201 Tl com dose aproximada de 1 mCi e sequência conforme demonstrado nos esquemas propostos. hibernante), que é definido como tecido metabolicamente ativo, na presença de defeito de perfusão coincidente. O FDG- 18 F penetra nas células do miocárdio pelo mesmo mecanismo de transporte da glicose e, após fosforilação para FDG-6-P, permanece no meio intracelular proporcionalmente à taxa glicolítica, refletindo a quantidade de tecido viável. Os pacientes são tipicamente preparados para a imagem com a administração de uma sobrecarga de glicose e doses subsequentes de insulina, previamente à injeção intravenosa de 5 a 15 mCi de FDG- 18 F. A imagem é adquirida em 45 a 90 minutos após a administração do traçador, tendo duração de, aproximadamente, 15 a 30 minutos. Uma TC de baixa dose é necessária para correção de atenuação. A combinação das imagens de perfusão e metabolismo pelo PET tem sensibilidade de 88% e especificidade de 74% para viabilidade miocárdica. 284 Há algumas diferenças em diabéticos, que passam a ter como preferencial a avaliação da viabilidade com 201 Tl ou agentes ligados ao 99m Tc. Torna-se importante lembrar ainda que o radioisótopo flúor-18 ou 18 F é produzido em cíclotron, consistindo do bombardeamento 395

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