ABC | Volume 114, Nº3, Março 2020
Artigo Original Candemir et al. Fluxo Lento e Imagem por Ressonância Magnética Arq Bras Cardiol. 2020; 114(3):540-551 Tabela 1 – Comparação das características clínicas de ambos os grupos Parâmetros Total (N=35) Fluxo Lento (N= 19) Controle (N= 16) Valor de p Idade, média (DP), anos 50,3 ± 10,7 51,3 ± 8,2 49,44 ± 12,8 0,62 Sexo (Masculino), n (%) 29 (82) 15 (78,9) 14 (87,5) 0,50 Hipertensão, n (%) 9 (25) 6 (31,6) 3 (18,8) 0,38 Diabetes mellitus, n (%) 11 (31) 6 (31,6) 5 (31,3) 0,98 Tabagista, n (%) 18 (51) 9 (47,4) 9 (56,3) 0,60 Histórico familiar, n (%) 8 (22) 4 (21,1) 4 (25) 0,78 Dislipidemia, n (%) 5 (14) 3 (15,8) 2 (12,5) 0,78 IMC, média (DP) (kg/m²) 27,7 ± 2,3 28,1 ± 2,5 27,3 ± 2 0,39 NT-proBNP (pg/ml) 29,5 (17,7-66,2) 47,8 (22,6-121,5) 26,0 (10,9-58,1) 0,246 cTFC (quadro/segundo) 34,6 ± 16,2 28,0 ± 8,6 13,1 ± 1,2 <0,001 METs, mL/kg/dk 10,38 ± 1,91 9,74 ± 2,05 11,15 ± 1,43 0,027 Resultados positivos da IMR n (%) 10 (28) 10 (52,6) 0 (0) 0,001 IMC: índice de massa corporal; cTFC: TIMI corrigido; METs: equivalentes metabólicos; RMI: ressonância magnética por imagem. Figura 2 – Imagem no plano 4 câmaras, na sequência inversão-recuperação sensível à fase (PSIR) com realce tardio, revelando realce tardio subendocárdico circunferencial na região apical (setas) do ventrículo esquerdo. 544
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