ABC | Volume 114, Nº2, Fevereiro 2020

Atualização Atualização da Diretriz Brasileira de Cardiologia Nuclear – 2020 Arq Bras Cardiol. 2020; 114(2):325-429 Tabela 23 – Novos marcadores para reclassificação do risco cardiovascular • PCR de alta sensibilidade • Apoliproteína B • Taxa de filtração glomerular • Microalbuminúria • Índice tornozelo braquial • História familiar • Capacidade funcional • Espessura média/íntima – carótida • Escore de cálcio coronário PCR: proteína C reativa. pós-teste da caracterização de isquemia miocárdica e consequentemente da DAC (Figura 12). 129,130 Dessa maneira, a capacidade diagnóstica de um teste é relacionada ao tipo de população selecionada, podendo-se criar vícios ou vieses, por exemplo, quando seletivamente encaminham-se pacientes com resultados “positivos”, “alterados” ou “isquêmicos” para estudo cinecoronariográfico e poucos indivíduos com testes negativos, aumentando a chance de resultados falsos-positivos em relação a verdadeiros negativos. Essa seria uma metodologia equivocada na avaliação da acurácia de um teste, diminuindo artificialmente a especificidade ou a capacidade do método em selecionar os indivíduos sadios de uma população. 131,132 Por outro lado, a sensibilidade elevar-se-á expressivamente naqueles encaminhados com alta prevalência de sintomas. Figura 11 – Cálculo do risco de evento cardiovascular fatal em 10 anos, em populações de países em elevado risco cardiovascular, considerando-se os fatores idade, sexo, tabagismo, colesterol total, pressão arterial sistólica. Tabela do Estudo SCORE (Systematic Coronary Risk Evaluation). A escala de cores variando do vermelho ao verde corresponde aos porcentuais de risco em 10 anos, detalhados na parte superior da Tabela. Modificado de Piepoli MF et al. 120 Idade 351

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