ABC | Volume 114, Nº2, Fevereiro 2020

Artigo Original Fleury et al. Efeitos da epinefrina e felipressina Arq Bras Cardiol. 2020; 114(2):295-303 Figura 4 – Frequência cardíaca antes e depois da injeção via intravenosa em bolus de epinefrina (A) e felipressina (B) em ratos não-fumantes normotensos e fumantes normotensos, 1K1C hipertensos não-fumantes e 1K1C hipertensos fumantes, 1K1C não fumantes tratados com atenolol e 1K1C fumantes tratados com atenolol. n = 6 para todos os grupos. Mediana (25º percentil-75º percentil). *p < 0,05 vs. grupos não fumantes. ‡ p < 0,05 comparado aos valores basais. Ratos normotensos Ratos normotensos fumantes Ratos hipertensos Ratos hipertensos fumantes Ratos tratados com atenolol Ratos fumantes tratadoscomatenolol Ratos normotensos Ratos normotensos fumantes Ratos hipertensos Ratos hipertensos fumantes Ratos tratados com atenolol Ratos fumantes tratadoscomatenolol Epinefrina (ng) Epinefrina (ng) Epinefrina (ng) Felipressina (mlU) Felipressina (mlU) Felipressina (mlU) Frequência cardíaca (BPM) Frequência cardíaca (BPM) Tabela 2 – Duração da resposta Número de cartuchos Normotenso Hipertenso Ratos tratados com atenolol Não fumante Fumante Não fumante Fumante Não fumante Fumante Epinefrina Felipressina Epinefrina Felipressina Epinefrina Felipressina Epinefrina Felipressina Epinefrina Felipressina Epinefrina Felipressina 1 453,5 (412-517) 905,2 (748,6-945)* 276,5 (214-298) 908 (880-948)* 297 (278-333) 911,5 (880-949)* 325,5 (277-492) 818,5 (610-876)* 291,5 (260-352) 811 (754-914)* 426 (382-470) 692,5 (552-738)* 2 427 (399-471) 1.042 (928,2-1.118,9)* 268,5 (256-302) 888,5 (796-947)* 421 (376-436) 979,5 (934-1012)* 344 (329-497) 875,5 (771-972)* 398 (345-444) 545 (496-708)* 498 (413-616) 960 (920-976)* 4 445 (378-466) 1.117 (1,050-1.184,4)* 287 (294-323) 1.004,5 (876-1.086)* 422,5 (351-464) 1.021 (920-1.080)* 475 (357-513) 954,5 (882-1,042)* 415,5 (380-453) 712 (552-858)* 421 (405-464) 938 (783-1.111)* 8 455 (423-506) 1.077,1 (983-1.193)* 353 (332-365) 1.066,5 (1.000-1.170)* 455 (425-538) 1.032,5 (1.011-1.229)* 472,5 (400-507) 1.087 (998-1.154)* 454 (393-489) 946 (800-1,103)* 511,5 (479-586) 1.063,5 (987-1.240)* Duração da resposta (em segundos) após a administração intravascular de epinefrina ou felipressina (dose contida no número correspondente de cartuchos de anestésico local) nos grupos fumantes e não fumantes normotensos, 1K1C hipertensos e 1K1C atenolol (n = 6 para todos os grupos). Mediana (25º percentil-75º percentil). * p < 0,05 em comparação com epinefrina. os não-fumantes (Tabela 1). A exposição ao fumo foi realizada durante 4 semanas, conforme o esperado, e esse tempo foi suficiente para alterar a resposta vasoconstritora. Os ratos foram submetidos à injeção intravascular de epinefrina ou felipressina sob anestesia com ketamina/xilazina; em um estudo anterior do nosso grupo discutiu-se que essa mistura reduzia a frequência cardíaca basal, mas não alterava as respostas da pressão arterial. 10 A fumaça e a nicotina podem agir de maneira diversa; a nicotina parece reduzir a pressão sanguínea quando administrada agudamente, enquanto os produtos do fumo estão associados a valores aumentados da pressão arterial. 7 O fumo passivo reduz o relaxamento do endotélio dependente da acetilcolina quando comparado ao não fumante. 14 Nossos dados mostram que as respostas hipertensivas à epinefrina aumentaram em ratos fumantes normotensos e hipertensos 300

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