ABC | Volume 113, Nº1, Julho 2019
Artigo de Revisão Pastore et al ECG/VCG na prática clínica atual Arq Bras Cardiol. 2019; 113(1):87-99 Em 100% dos pacientes com RP, o final da alça do QRS mostrou um formato de “anzol”. Aspectos eletrovetorcardiográficos característicos da BrS tipo 1 (ver Figura 6D): plano horizontal - início da alça do QRS com rotação anti-horária; AFC iniciou-se posteriormente e terminou anteriormente e no quadrante direito em todos os pacientes com BrS ; no segmento terminal da alça do QRS, a BrS mostra “quebra” ao final da alça do QRS após o AFC, Figura 3 – A. Área inativa inferior. Observa-se a existência de área elétrica inativa na parede inferior, com alça vetorcardiográfica do QRS orientando sua saída para cima e para a esquerda. B. Área inativa anterosseptal.Aspecto de extensa área elétrica inativa de V1 a V6 e a respectiva alça no plano horizontal, com ativação anômala do septo e rotação exagerada para trás, acompanhada de deformação da alça de QRS. semelhante a um “nariz”, logo antes do início da alça da onda T. Esse padrão de “nariz” esteve presente em todos os pacientes com BrS tipo 1, porém em nenhum dos pacientes com RP. Uma patologia arritmogênica muito importante, a cardiomiopatia arritmogênica do ventrículo direito (CAVD), tem no diagnóstico eletrovetorcardiográfico uma ferramenta quase que definitiva. O AFC com baixa voltagem e commuita duração à direita (para frente ou discretamente para trás) 90
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