ABC | Volume 111, Nº2, Agosto 2018
Artigo Original Miyazaki et al Avaliacao de regurgitacao aortica por VD para guiar TAVI Arq Bras Cardiol. 2018; 111(2):193-202 Vídeo 1 – Avaliação videodensitométrica da regurgitação aórtica (VD-RA) antes (painel esquerdo, VD-RA = 20%) e após (painel direito, VD-AR = 6%) a pós‑dilatação com balão. Figura 3 – Mudanças em série da avaliação da regurgitação atrial por videodensitometria (VD-RA). Mudanças individuais antes e após da pós-dilatação com balão (PDB). Em pacientes com VD-AR > 17% e em pacientes com VD-AR ≤ 17%, foram observadas 7 (34%) e 8 (19%) mortes, respectivamente. % 60 50 40 30 20 10 0 17% RA por videodensitometria Morte por todas as causas (4 anos) Morte por todas as causas (4 anos) 7/19 (34%) 8/42 (19%) * p < 0,001 Antes da PDB Após a PDB RA por videodensitometria, mediana (IIQ) RA por videodensitometria > 17%, n (%) RA por videodensitometria ≤ 17%, n (%) Antes da PDB (n = 61) Após a PDB (n = 61) 24,0[18,0-30,5] 12,0[5,5-19,0] 47(77%) 14(23%) 19(31%) 42(69%) se a PDB é necessária ou não, a ecorcardiografia é um exame importante para avaliar a gravidade da RA. No entanto, devemos considerar que, com o aumento de técnicas minimalistas de TAVI, o uso de ETE para orientar o TAVI tem se tornado inviável. Ainda, foi relatada uma baixa concordância entre observadores para a classificação do PVL baseada em 4 e em 7 classes (kappa 0,481e 0,517, respectivamente), 21 aumentando a necessidade de uma técnica mais confiável. 18 Esses dados corroboram a importância da aortografia combinada com a VD como uma ferramenta prática e objetiva para identificar a gravidade do PVL durante o procedimento. Essa técnica tem um tempo mediano de execução de 3 minutos. 198
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