ABC | Volume 111, Nº2, Agosto 2018
Diretrizes 3ª Diretriz Brasileira de Transplante Cardíaco Arq Bras Cardiol. 2018; 111(2):230-289 Tabela 4.30 – Dermatoses em pacientes transplantados A principal etiologia é a fúngica (43,4%) A segunda etiologia é a viral (verruga viral, herpes zóster, herpes simples) Muitas vezes, as lesões não se manifestam na forma clássica, devido à imunossupressão Pensar em diagnósticos diferenciais, como reativação de Chagas ou neoplasia Buscar diagnóstico etiológico sempre que possível por meio de biópsia Fonte: Adaptado de Lima et al. 208 Tabela 4.31 – Infecção do sistema nervoso central em pacientes transplantados cardíaco Ocorrência rara (3%), porém devastadora (mortalidade de 38%, e 25% dos sobreviventes ficam com alguma sequela) Os sintomas mais frequentes são cefaleia e confusão mental aguda ou subaguda Sintomas clássicos, como febre e rigidez de nuca, ocorrem pouco Etiologia mais frequente é fungo (por exemplo: Criptococus neoformans), seguida por vírus (por exemplo: varicela-zóster); O liquor muitas vezes é normal, porém a elevação de proteína é um achado sensível; Exames de imagem, culturas e, algumas vezes, biópsia são de grande valia para o diagnóstico, que tem que ser rápido. Fonte: Adaptado de Beek et al. 209 Figura 4.5 – Manifestações clínicas e manejo das infecções por citomegalovírus (CMV). PCR: reação em cadeia de polimerase; ACMV: antigenemia para CMV. Ramanan et al. 210 271
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