ABC | Volume 111, Nº2, Agosto 2018

Diretrizes 3ª Diretriz Brasileira de Transplante Cardíaco Arq Bras Cardiol. 2018; 111(2):230-289 Tabela 2.8 – Classificação Interagency Registry for Mechanically Assisted Circulatory Support (INTERMACS) Avaliação de fragilidade Critérios INTERMACS 1 Grave choque cardiogênico Choque cardiogênico persistente, apesar de progressivo aumento do suporte inotrópico INTERMACS 2 Piora progressiva, apesar de inotrópicos Disfunções orgânicas paulatinamente progressivas, a despeito do aumento de inotrópicos INTERMACS 3 Estável, porém à custa de inotrópicos Paciente estável hemodinamicamente, porém em uso contínuo de terapia inotrópica INTERMACS 4 Terapia oral domiciliar, porém sintomas em repouso Sintomas diários aos esforços da rotina diária ou mesmo no repouso INTERMACS 5 Intolerante ao exercício Paciente confortável no repouso ou nos esforços mínimos da rotina diária, porém incapaz para esforços um pouco maiores INTERMACS 6 Limitação ao exercício Consegue fazer atividades um pouco mais intensas que as da vida diária, porém tem sintomas nos primeiros minutos de esforço INTERMACS 7 NYHA III avançado Sem sintomas no repouso ou nas atividades básicas diárias, vindo a ter dispneia aos pequenos esforços extra-habituais NYHA: New York Heart Association Tabela 2.9 – Critérios estabelecidos, que atualmente indicam prioridade em lista de transplante cardíaco Critérios de priorização em fila de transplante cardíaco Dependência de inotrópicos e/ou vasopressores Dependência de balão intra-áortico ou outros dispositivos de assistência circulatória mecânica de curta duração Ventilação mecânica Determinação da câmara técnica Tabela 2.10 – Uso de inotrópicos e vasodilatadores no manejo de pacientes em lista para transplante cardíaco Classe de Recomendação Indicação Nível de Evidência I Nitroglicerina em pacientes sem hipotensão e com sinais de isquemia ativa C Nitroprussiato de sódio com ou sem monitorização hemodinâmica invasiva, associado ou não a inotrópicos, na suspeita de resistência vascular sistêmica aumentada Dobutamina para manejo de choque cardiogênico para suporte hemodinâmico, independente de etiologia de cardiomiopatia B Milrinone para pacientes em baixo débito, sem choque cardiogênico, etiologia não isquêmica, em uso de betabloqueador Dobutamina/milrinone para suporte hemodinâmico para pacientes em baixo débito. C IIa Levosimendana para pacientes em baixo débito, sem choque cardiogênico, em uso de betabloqueador IIb Dobutamina, milrinone ou levosimendana para melhora de sintomas de pacientes em baixo débito sem sinais de hipotensão arterial. B Associação de levosimendana na tentativa de retirada de dobutamina. C III Dobutamina, milrinone ou levosimendana para pacientes sem evidência de baixo débito. B 241

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