ABC | Volume 111, Nº2, Agosto 2018
Diretrizes 3ª Diretriz Brasileira de Transplante Cardíaco Arq Bras Cardiol. 2018; 111(2):230-289 Tabela 2.5 – Opções terapêuticas para dessensibilização Terapia Mecanismo de ação Efeito Imunológico Imunoglobulina intravenosa Efeito imunomodulador Neutraliza os anticorpos circulantes, e inibe o complemento e as células B Plasmaférese Filtração extracorpórea de anticorpos no plasma Remove as imunoglobulinas circulantes Rituximabe Anticorpo monoclonal contra CD20 Depleta células B Bortezomibe Inibidor reversível do protossoma 26S Depleta plasmócitos Eculizumabe Inibidor do complemento C5 Inibe complemento Figura 2.2 – Fluxograma de dessensibilização. PRA: painel reatividade de anticorpos; TxC: transplante cardíaco; IVIG: imunoglobulina intravenosa; DSA: donor specific antibody. Fonte: Adaptado de Jordan SC et al.; 17 Vo AA et al. 19 e Patel J et al. JHLT 2011. 16 Tabela 2.6 – Recomendações para avaliação hemodinâmica pulmonar Classe de Recomendação Indicação Nível de Evidência I Para todos os candidatos em avaliação para transplante cardíaco C Teste de vasorreatividade pulmonar quando PSAP ≥ 50 mmHg, ou GTP ≥ 15 ou RVP ≥ 3 woods, até PAS ≥ 85mmHg IIa Monitoração hemodinâmica contínua e realização de medidas de RVP sequenciais e terapia escalonada objetivando queda das pressões pulmonares C Considerar medida do GDP (> 7 mmHg) na avaliação da hipertensão pulmonar PSAP: pressão sistólica da artéria pulmonar; GTP: gradiente transpulmonar; RVP: resistência vascular pulmonar; GDP: gradiente diastólico da artéria pulmonar. 238
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