ABC | Volume 115, Nº2, Agosto 2020

Minieditorial Alsidawi Avaliação da regurgitação aórtica por eco Arq Bras Cardiol. 2020; 115(2):261-262 padrão de influxo mitral, estimativa da pressão sistólica do ventrículo direito, etc.). En t r e t an t o , como em ou t r a s l e sõe s va l va r e s , ecocardiografistas e estagiários devem evitar diagnosticar a gravidade da IA com base apenas no Doppler colorido, mesmo que seja tentador fazê-lo inicialmente. A avaliação das consequências hemodinâmicas da IA deve ser um componente-chave da avaliação. Por exemplo, é improvável que o diagnóstico de IA grave com tamanho diastólico final normal do ventrículo esquerdo, sem reversão do fluxo diastólico na aorta torácica descendente ou abdominal ou com uma pressão de pulso normal seja preciso e deve ser reavaliado. Além disso, a utilização de outras modalidades para avaliar a gravidade da IA pode ser necessária quando os dados ecocardiográficos e clínicos forem inconclusivos ou contraditórios. A ressonânciamagnética cardíaca (RMC) temumpapel importante e promissor na avaliação da gravidade da IA, especialmente com jatos excêntricos ou vazamentos valvares periprotéticos. Ajuda a avaliar a fração regurgitante, utilizando imagens de contraste de fase e o tamanho e a função dos ventrículos esquerdo e direito comboa precisão. 7 A tomografia computadorizada (TC) cardíaca também pode ser útil para identificar vazamentos periprotéticos e orientar procedimentos cirúrgicos e percutâneos. 8 Finalmente, um aortograma bem executado, realizado no laboratório de cateterização, pode ser muito valioso quando outrasmodalidades de teste são inconclusivas. 1. Zoghbi WA, Adams D, Bonow RO, Enriquez-Sarano M, Foster e, Grayburn P, et al. Recommendations for Noninvasive Evaluation of Native Valvular Regurgitation: A Report from the American Society of Echocardiography Developed in Collaboration with the Society for Cardiovascular Magnetic Resonance. J Am Soc Echocardiogr. 2017;30(4):303 ‐ 71. 2. Nishimura RA, Otto CM, Bonow RO, Carabello B, Erwin 3 rd JP, Fleisher LA, et al. 2017 AHA/ACC Focused Update of the 2014 AHA/ACC Guideline for the Management of Patients With Valvular Heart Disease: A Report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Clinical Practice Guidelines. Circulation. 2017;135(25):e1159 ‐ e95. 3. Abellán-Huerta J, Bonaque-González JC, Rubio-Patón R, García-Gómez J, Egea-Beneyto S, Soria-Arcos F, et al. Velocity-Time Integral of Aortic Regurgitation: ANovel EchocardiographicMarker in the Evaluation of Aortic Regurgitation Severity. Arq Bras Cardiol. 2020; 115(2):253-260. 4. TribouilloyCM,Enriquez-SaranoM,BaileyKR,SewardJB,TajikAJ.Assessment ofseverityofaorticregurgitationusingthewidthofthevenacontracta:Aclinical color Doppler imaging study. Circulation. 2000;102(5):558 ‐ 64. 5. Tribouilloy CM, Enriquez-Sarano M, Fett SL, Bailey KR, Seward JB, Tajik AJ. Application of the proximal flow convergence method to calculate the effective regurgitant orifice area in aortic regurgitation. J Am Coll Cardiol. 1998;32(4):1032 ‐ 9. 6. Pirat B, Little SH, Igo SR, Igo SR, McCulloch M, Nose Y, et al. Direct measurement of proximal isovelocity surface area by real-time three- dimensional color Doppler for quantitation of aortic regurgitant volume: an in vitro validation. J Am Soc Echocardiogr. 2009;22(3):306 ‐ 13. 7 Kammerlander AA, Wiesinger M, Duca F, Aschauer S, Binder C, Tufaro CZ, et al. Diagnostic and Prognostic Utility of Cardiac Magnetic Resonance Imaging in Aortic Regurgitation. JACC Cardiovasc Imaging. 2019;12(8 Pt 1):1474 ‐ 83. 8. Lesser JR, Han BK, Newell M, Schwartz RS, Pedersen W, Sorajja P. Use of cardiac CT angiography to assist in the diagnosis and treatment of aortic prosthetic paravalvular leak: a practical guide. J Cardiovasc Comput Tomogr. 2015;9(3):159 ‐ 64. Referências Este é um artigo de acesso aberto distribuído sob os termos da licença de atribuição pelo Creative Commons 262

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