ABC | Volume 114, Nº3, Março 2020
Artigo Original Campos et al. Recorrência da síndrome de takotsubo Arq Bras Cardiol. 2020; 114(3):477-483 desta revisão sistemática. Uma metodologia sólida, com um alto ponto de corte no STROBE e o uso do modelo PRISMA forneceram uma base sólida para a construção consistente desta revisão sistemática. Conclusão Considerando o exposto acima, sexo feminino, menor IMC, hipercontratilidade do terço médio do VE e menor tempo após o primeiro episódio foram associados a maior chance de recidiva. A idade e a apresentação eletrocardiográfica do paciente, relacionadas à manifestação de um segundo episódio da STT, merecem ser melhor investigadas por estudos com populações maiores. Contribuição dos autores Concepção e desenho da pesquisa e Obtenção de dados: Campos FAD, Ritt LEF; Análise e interpretação dos dados, Análise estatística, Redação do manuscrito e Revisão crítica do manuscrito quanto ao conteúdo intelectual importante: Campos FAD, Ritt LEF, Costa JPS, Cruz CM, Feitosa Filho GS, Borges QO, Darze ES. Potencial conflito de interesses Declaro não haver conflito de interesses pertinentes. Fontes de financiamento Opresente estudo não teve fontes de financiamento externas. Vinculação acadêmica Nãohávinculaçãodesteestudoaprogramasdepós‑graduação. Aprovação ética e consentimento informado Este artigo não contém estudos com humanos ou animais realizados por nenhum dos autores. 1. Lemos AET, Junior Araújo AL, Lemos MT, Belém L de S, Vasconcelos Filho FJC, Barros RB. Síndrome do coração partido (síndrome de Takotsubo). Arq Bras Cardiol. 2008;90(1):e1–3. 2. Lyon AR, Bossone E, Schneider B, SechtemU, Citro R, Underwood SR, et al. 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