ABC | Volume 114, Nº3, Março 2020
Artigo Original Vaz et al. RIAM – registro de infarto agudo do miocárdio Arq Bras Cardiol. 2020; 114(3):446-455 Conclusão Neste estudo descrevemos a logística e sistemática do desenvolvimento de um registro clínico de pacientes com IAMCST na plataforma digital REDCap, adaptado de um registro clínico já existente. Estes dados podem ser úteis para instituições que planejam criar novos registros ou aprimorar os que já existem. A padronização da operação dos registros e uso de bancos de dados dedicados possibilitam a otimização desta ferramenta, tanto em relação a sua qualidade quanto a rapidez da sua implementação. A utilização de sistemas semelhantes também pode facilitar o compartilhamento de informações entre instituições, o desenvolvimento de novas tecnologias em saúde e auxiliar na tomada de decisão de políticas públicas em doenças cardiovasculares. Contribuição dos autores Concepção e desenho da pesquisa: Vaz J, Gottschall CAM; Obtenção de dados: Abelin AP, Oliveira PP; Análise e interpretação dos dados: Vaz J, Oliveira PP, Gottschall CAM, Quadros A; Análise estatística: Vaz J, Schmidt MM, Quadros A; Redação do manuscrito: Vaz J, Abelin AP, Gottschall CAM, Rodrigues CG, Quadros A; Revisão crítica domanuscrito quanto ao conteúdo intelectual importante: Schmidt MM, Quadros A. Potencial conflito de interesses Declaro não haver conflito de interesses pertinentes. Fontes de financiamento Opresente estudo não teve fontes de financiamento externas. Vinculação acadêmica Nãohávinculaçãodesteestudoaprogramasdepós‑graduação. Aprovação ética e consentimento informado Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética do Instituto de Cardiologia/FundaçãoUniversitária deCardiologia, sob o número de protocolo 5025/14. Todos os procedimentos envolvidos nesse estudo estão de acordo com a Declaração de Helsinki de 1975, atualizada em 2013. O consentimento informado foi obtido de todos os participantes incluídos no estudo. 1. Roth GA, Forouzanfar MH, Moran AE, Barber R, Nguyen G, Feigin VL, et al. Demographic and EpidemiologicDrivers of Global CardiovascularMortality. N Engl J Med. 2015;372(14):1333–41. 2. Brasil. Ministério da Saúde. Cadernos de Informação emSaúde. {Citado em 2018 dezembro 27]. Disponível em: ftp://ftp.datasus.gov.br/caderno/geral/ br/Brasil_GeralBR.xls. 3. Masoudi FA, Ponirakis A, de Lemos JA, Jollis JG, Kremers M, Messenger JC, et al. Trends inU.S. Cardiovascular Care: 2016 Report From4 ACCNational Cardiovascular Data Registries. J Am Coll Cardiol. 2017;69(11):1427–50. 4. Carruthers KF, Dabbous OH, Flather MD, Starkey I, Jacob A, MacLeod D, et al. Contemporary management of acute coronary syndromes: Does the practice match the evidence? The global registry of acute coronary events (GRACE). Heart. 2005;91(3):290–8. 5. Piegas LS, Avezum Á, Guimarães HP, Muniz AJ, Reis HJL, Santos ES dos, et al. 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